Aqui vale analisar alguns pontos da subjetividade do vestir, seus valores humanos, das artes, do tempo, do espaço...
A roupa está conectada diretamente com o ser humano, desde sua criação. Ela funciona como a extensão do seu corpo, da sua alma, dá forma e vida aos sentimentos, emoções, conceitos. Por mais antimoda que se queira ser, todo indivíduo está sujeito aos mecanismos da moda, sendo eles econômicos ou psíquicos.
Os objetos de moda estão relacionados com as mutações de cada sujeito, transformações genéticas, orgânicas, mentais, intelectuais. Faz parte de um processo de intensa metamorfose, fato que ocorre dia após dia, no simples ato de dormir e acordar.
O intuito deste blog não é criar teorias sobre a moda, mas de formar uma nova maneira de projetar humanização. Conectar-nos com o que temos de mais intrínseco, nossa essência vital, o elixir da alma: nós mesmos. Despir de dogmas analíticos sociais e individuais e deixarmos a mercê de uma experimentação contínua.
Aqui o que vale é experimentar, a cada texto o encontro com o eu. Um convite a entrar no caminho virtual de pantufas e uma caneca de algo quente. O lance é fugir da academia, tr a teoria cheia de peças lúdicas que memorizam a tese que o que se basta é viver, e que daqui se leva experiências, e se deixa um corpo formado de fios que teceram uma história, sonhos, desejos, maneiras, costumes, manias, vícios, cheiros, vida.
É a arte que se faz viver. É a roupa que se faz viva da vida que se faz uso.

Gostei dos dizeres e do blog. Parabéns!
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